Botelho dispara contra direita radical e chama gestão de Cuiabá de pífia

O deputado estadual Eduardo Botelho (União) criticou o que classificou como “direita radical” em Mato Grosso e afirmou que esse perfil político “não está produzindo nada”. A declaração foi feita durante entrevista concedida na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na quinta-feira (19). O parlamentar citou o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), como exemplo. Segundo Botelho, a atuação da chamada direita radical tem resultado em baixa efetividade administrativa. “Esse perfil da direita radical que está aí não está produzindo nada. Pelo menos o maior espelho disso hoje é Cuiabá. […] Ele não está produzindo nada, está produzindo uma administração pífia, uma cidade parada”, afirmou o deputado ao se referir à condução da gestão municipal. O parlamentar também criticou o comportamento do prefeito nas redes sociais e disse que a população espera mais foco na gestão pública. Para Botelho, a cidade precisa de um prefeito atuante na administração e não de um “influencer de TikTok”. Botelho afirmou se considerar de centro-direita e defendeu a união do grupo político da base no Estado. Ele fez questão de diferenciar lideranças estaduais do que chamou de radicalismo e citou o senador Jayme Campos, o governador Mauro Mendes e o vice-governador Otaviano Pivetta como representantes desse campo político. Ao comentar possíveis articulações eleitorais, o deputado avaliou que uma aproximação entre Pivetta e Abílio pode ser prejudicial. “Eu acho que o Pivetta está cometendo um erro ao querer colar no Abílio. Se ele colar no Abílio, para mim, ele vai para baixo”, declarou. Por fim, Botelho reforçou a necessidade de manter a unidade do grupo de centro-direita em Mato Grosso, diante do cenário de polarização política no país.

Caminhoneiro fica ferido após carreta tombar na BR-163 em Lucas do Rio Verde

Um caminhoneiro de 39 anos ficou ferido após a carreta que conduzia tombar na tarde deste domingo (22), no km 656 da BR-163, nas proximidades da Comunidade São Cristóvão, em Lucas do Rio Verde, a 354 km ao Norte de Cuiabá. O veículo transportava grãos e o motorista recebeu atendimento no local por equipes da concessionária responsável pelo trecho. Carga de soja se espalha às margens da rodovia após o acidenteConforme informações preliminares repassadas pela equipe operacional, o condutor perdeu o controle da direção e saiu da pista pelo lado direito da rodovia. Na sequência, o vagão traseiro da carreta tombou, provocando o derramamento parcial da carga de soja às margens da estrada. Resgate é acionado por motoristas que passavam pelo localPessoas que transitavam pela rodovia acionaram os serviços de resgate logo após o acidente. Para a remoção do compartimento de carga e a liberação da via, foi necessário o envio de um caminhão guincho até o trecho. Circunstâncias do tombamento ainda serão investigadasAs causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

DÍDIMO VOVÔ FAZ ALERTA: o problema nos ônibus escolares que preocupa pais na zona rural

A falta de monitores no transporte escolar da zona rural de Cuiabá tem gerado apreensão entre pais e responsáveis, após relatos de acidentes envolvendo crianças durante o trajeto até a escola. Mesmo com a Lei nº 7.230 em vigor há mais de um ano, a norma que obriga a presença de acompanhantes nos veículos ainda não estaria sendo cumprida em todas as rotas, segundo denúncia do vereador Dídimo Vovô, autor da proposta. De acordo com o parlamentar, a atuação dos monitores é fundamental para organizar o embarque e o desembarque dos alunos, auxiliar o motorista e garantir a segurança das crianças, especialmente em percursos longos e em estradas de difícil acesso. Há registros, segundo ele, de estudantes que teriam caído dentro dos ônibus e se ferido durante o transporte. “Não se trata de conforto, mas de segurança básica. A lei existe, foi sancionada, e precisa sair do papel”, afirmou o vereador. Segurança no transporte escolar A legislação determina que os veículos que atendem comunidades rurais contem com profissionais responsáveis por acompanhar os alunos durante todo o percurso, com o objetivo de reduzir riscos, prevenir acidentes e assegurar que as crianças cheguem com segurança às escolas e retornem para casa. Para Dídimo Vovô, o descumprimento da norma representa um desrespeito às famílias da zona rural, que dependem diariamente do transporte escolar. “O monitor traz mais tranquilidade para os pais e mais proteção para os estudantes”, reforçou. Cobrança por providências O vereador afirmou que seguirá cobrando da Prefeitura de Cuiabá a aplicação imediata da lei e a contratação dos monitores previstos na legislação. A reportagem procurou a administração municipal para comentar o andamento da implementação da norma e aguarda posicionamento.

De desfile a preços mais altos: O ALERTA DE CORONEL ASSIS que pouca gente percebeu

Coronel Assis alertou para possíveis impactos econômicos da proposta de redução da jornada de trabalho no modelo 6×1 e acusou a esquerda de usar pautas culturais como estratégia de mobilização política em ano eleitoral. Em entrevista à Jovem Pan News, nesta terça-feira (18), o parlamentar criticou a homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva feita pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, durante o desfile do último domingo (15). Para ele, a ação configura autopromoção com uso de recursos públicos em período eleitoral. Segundo Assis, a oposição articula um manifesto contra o que classifica como desvio de finalidade. O deputado também relacionou o episódio a declarações do líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, que teria apontado o Carnaval como instrumento de reação política às mobilizações da direita ocorridas em janeiro. No campo econômico, Assis demonstrou preocupação com a proposta de redução da escala 6×1. Com base em estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ele afirmou que a migração para uma jornada semanal de 40 horas pode elevar em 7,84% o custo médio do trabalho formal. De acordo com o vice-líder da oposição, esse aumento tende a ser repassado ao consumidor, pressionando os preços de produtos e serviços.

Sem asfalto, sem IPTU? Câmara aprova isenção e muda regra do imposto em Cuiabá

A Câmara de Cuiabá aprovou, por unanimidade, em sessão extraordinária realizada nesta quinta-feira (19), o projeto que concede isenção de IPTU a moradores de ruas sem pavimentação na capital. A medida deve beneficiar mais de 19 mil imóveis e começa a valer ainda neste ano. A proposta altera a legislação municipal do Imposto Predial e Territorial Urbano e prevê o benefício apenas para imóveis residenciais com área total e construída de até 600 metros quadrados, localizados em vias que não possuam qualquer tipo de pavimentação, como asfalto, paralelepípedo ou bloquete. Segundo a prefeitura, os contribuintes que se enquadrarem nos critérios não precisarão fazer solicitação, já que a isenção será concedida de forma automática. A exceção ocorre apenas em casos de inconsistência no cadastro do imóvel. Durante a votação, parlamentares da base e da oposição defenderam a iniciativa, argumentando que moradores de regiões sem infraestrutura urbana não devem arcar com o mesmo valor de imposto cobrado de quem vive em ruas pavimentadas. Com a aprovação em plenário, o texto segue agora para sanção do prefeito Abílio Brunini.

A proposta de Ranalli que pode mexer no seu IPTU e quase ninguém percebeu

O vereador Rafael Ranalli (PL) apresentou um projeto de lei que propõe conceder 20% de desconto no IPTU a proprietários de imóveis localizados em ruas com buracos ou sem iluminação pública. A medida, segundo ele, busca manter coerência com a iniciativa do prefeito Abílio Brunini (PL), que defende a isenção do imposto para moradores de vias sem pavimentação. De acordo com o parlamentar, se a ausência de asfalto pode justificar a isenção do tributo, a precariedade da pavimentação também deve ser levada em conta na cobrança do imposto. “Se a rua asfaltada está em condições ruins, o contribuinte também merece algum tipo de compensação”, argumenta. A proposta prevê que o morador comprove a situação por meio de fotos ou vídeos e formalize o pedido junto à prefeitura, limitado à frente do próprio imóvel. Ranalli afirma ainda que o impacto financeiro para os cofres públicos tende a ser mínimo, já que o Executivo terá até 45 dias para sanar o problema e, assim, evitar a aplicação do desconto. O projeto segue em tramitação e ainda não foi votado.

UFMT ORGANIZA VISITA AS OBRAS DA FERROVIA SENADOR VUOLO

A Comissão UFMT Pró Ferrovia Senador Vuolo esteve reunida hoje para deliberar sobre a visita dos membros da Comissão ao canteiro de obras da Ferrovia em Juscimeira, local onde será o entroncamento dos trilhos para Cuiabá.Participaram da reunião, o Vice Reitor da UFMT, Silvano Macedo Galvão, o Secretário-Geral Luis Cesar Simões Arruda e o economista Vicente Vuolo.A expectativa é grande no meio acadêmico, diante do entendimento que aconteceu entre a SEMA, RUMO e UFMT para autorização da Licença de Instalação (LI) até o dia 3 de março de 2026, para o trecho de 45 km entre Juscimeira e a Serra de São Vicente.Este ano, completará 50 anos desde que o ex – Senador Vicente Emílio Vuolo apresentou no Congresso Nacional o projeto de Lei que incluiu no Plano Nacional de Viação e Obras, a ligação ferroviária São Paulo – Rubineia – Aparecida do Taboado – Rondonópolis – Cuiabá. Vicente Vuolo é economista e membro da Comissão UFMT

Centro Terapêutico Paraíso se consolida como referência nacional na recuperação de dependentes químicos em Mato Grosso

Com quase 20 anos de atuação contínua, o Centro Terapêutico Paraíso vem se consolidando como um dos principais espaços de acolhimento, tratamento e ressocialização de dependentes químicos, especialmente pessoas em situação de vulnerabilidade social e moradores de rua. A instituição atende homens de qualquer região do Brasil e mantém vagas abertas para novos acolhimentos em 2026. Localizado no KM 14 da Rodovia Vicente Garcia Neto, Estrada do Manso, em Cuiabá (MT), o centro funciona em uma área superior a 300 hectares, oferecendo um ambiente amplo, tranquilo e afastado da zona urbana, fator considerado essencial para o sucesso do tratamento. Estrutura completa e método consolidado O Centro Terapêutico Paraíso conta com estrutura própria de moradia, alimentação, áreas de trabalho, espaços de convivência, lazer e atividades espirituais, garantindo um tratamento integral. O método adotado é baseado na disciplina, laborterapia, acompanhamento emocional e fortalecimento de valores, sem o uso de medicamentos no processo de recuperação. No local, os acolhidos participam de atividades produtivas como horticultura, criação de animais e manutenção da propriedade, o que contribui para o desenvolvimento da responsabilidade, autoestima, organização e preparação para a reinserção social. De acordo com o diretor e idealizador da instituição, Alonso Moura, o objetivo do centro é oferecer condições reais para a transformação de vida. Atendimento filantrópico e portas abertas para todo o país A comunidade terapêutica é mantida como entidade filantrópica, sem repasses dos governos municipal, estadual ou federal. Toda a manutenção é custeada pelos empresários Alonso e Neusa Moura, com apoio de parceiros e doações voluntárias. Mesmo com capacidade limitada, o centro segue recebendo pessoas de diferentes estados do Brasil, reforçando seu compromisso social e humanitário. A instituição destaca que não faz distinção de origem, histórico social ou familiar, priorizando o desejo real de recuperação. Ambiente adequado para recomeços A localização estratégica, em meio à natureza, aliada à rotina organizada e ao acompanhamento constante, faz do Centro Terapêutico Paraíso um ambiente propício para quem busca romper definitivamente com o ciclo da dependência química. “O isolamento do ambiente urbano, aliado ao trabalho diário e à convivência saudável, cria as condições ideais para a recuperação e o fortalecimento pessoal”, reforça Alonso. Serviço 📍 Centro Terapêutico Paraíso📌 KM 14 – Estrada do Manso – Rodovia Vicente Garcia Neto – Cuiabá (MT)📞 Informações e vagas:(65) 9 9634-4242 | (65) 9 9957-2007

Baixinha Giraldelli: de liderança comunitária no Pedra 90 a protagonista de debates na Câmara de Cuiabá

A vereadora Marilda de Fátima Giraldelli, mais conhecida como Baixinha Giraldelli, tem sido uma figura cada vez mais atuante no cenário político de Cuiabá. Eleita em 2024 pelo Solidariedade (SOL) com cerca de 2.843 votos, ela representa uma voz forte em defesa das demandas sociais da capital, especialmente das regiões mais distantes do centro, como o bairro Pedra 90, seu principal reduto. Trajetória e raízes populares Antes de assumir uma cadeira na Câmara Municipal, Baixinha construiu sua história no setor de abastecimento de alimentos, atuando como vendedora de frutas e verduras em mercados populares e liderando ações sociais, como a criação do projeto Sopão Solidário durante a pandemia. A trajetória de vida comunitária influenciou diretamente sua postura parlamentar, focada na defesa dos cidadãos que vivem à margem das políticas públicas. Gabinete itinerante e atendimento à população Comprometida com a descentralização dos serviços públicos, a vereadora inaugurou um gabinete no bairro Pedra 90 com o objetivo de facilitar o acesso da população às demandas legislativas e administrativas. O espaço foi criado para receber moradores, ouvir reclamações e encaminhar pedidos diretamente aos órgãos responsáveis, fortalecendo a presença do Legislativo nas comunidades. Projetos, propostas e debates acalorados Ao longo do mandato, Baixinha tem apresentado projetos e participado de debates intensos na Câmara Municipal. Entre as propostas defendidas está a regulamentação da aplicação de multas no estacionamento rotativo, com a exigência de que apenas agentes de trânsito possam realizar autuações, buscando mais transparência e segurança jurídica. A vereadora também tem se posicionado em defesa da valorização da mulher no campo, ressaltando a importância de políticas públicas voltadas à autonomia financeira, acesso ao crédito e reconhecimento do papel feminino na produção rural. Em defesa de causas e também em conflitos internos O mandato de Baixinha Giraldelli também foi marcado por embates políticos. Em sessões plenárias, a vereadora já protagonizou discussões acaloradas, fez críticas diretas a colegas e denunciou práticas que, segundo ela, prejudicam a eficiência do trabalho legislativo. Alguns episódios ganharam repercussão na imprensa local e nas redes sociais, ampliando sua visibilidade política. Solidariedade social e engajamento comunitário Além da atuação legislativa, Baixinha mantém forte presença em ações sociais. Ela tem mobilizado campanhas de doação de agasalhos, alimentos e itens básicos para famílias em situação de vulnerabilidade, especialmente durante períodos de frio ou dificuldades econômicas, reforçando seu vínculo com as comunidades mais carentes. Defesa da saúde pública Na área da saúde, a vereadora solicitou ao Governo do Estado a destinação de equipamentos hospitalares para reforçar unidades de saúde de Cuiabá, com atenção especial aos bairros periféricos. A cobrança por melhorias na infraestrutura dos postos de saúde é uma das pautas constantes de seu mandato. Olhar crítico e cobrança política Baixinha Giraldelli também se destaca pelo tom crítico em relação a outras esferas do poder público. Em discursos, tem cobrado deputados estaduais e federais para que não se lembrem de Cuiabá apenas em períodos eleitorais, defendendo investimentos contínuos em saúde, infraestrutura e políticas sociais. Em resumo, Baixinha Giraldelli constrói um mandato marcado pela proximidade com a população, pela defesa de pautas sociais e pela presença ativa nos debates da Câmara Municipal de Cuiabá, mesmo quando isso a coloca no centro de polêmicas políticas.

Abílio Brunini admite: “Se o mato toma conta de Cuiabá, a culpa é minha” e acende debate sobre limpeza urbana

Em uma rara declaração pública de mea culpa, o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), afirmou recentemente que assume a responsabilidade pelos problemas estruturais que têm sido motivo de reclamação na cidade, incluindo o mato alto em canteiros, rotatórias e áreas públicas, assim como a falta de limpeza urbana e buracos nas vias. Brunini fez a declaração em entrevista à imprensa no início de fevereiro, ao responder críticas de moradores e vereadores sobre a manutenção da cidade. Em suas palavras, “se a cidade está na condição que não é das melhores hoje, a culpa é minha. Eu sou prefeito hoje”, disse o chefe do Executivo municipal. O prefeito voltou a reconhecer que, apesar dos esforços de sua equipe, a Prefeitura ainda não conseguiu restaurar a limpeza e conservação esperadas pela população em vários bairros da capital. Ele destacou que a gestão está buscando soluções, mas admitiu que os resultados ainda não apareceram de forma eficaz. A declaração marca um momento incomum na administração de Brunini, que anteriormente frequentemente apontou responsabilidades de gestões anteriores e de fatores externos, como críticas à população e à distribuição de recursos, como justificativas para dificuldades enfrentadas pela Prefeitura. A reação da população foi imediata nas redes sociais e nos principais grupos de discussão locais, com cuiabanos expressando insatisfação com o acúmulo de mato alto em passeios públicos, terrenos e áreas de convivência, além de relatos sobre limpeza urbana irregular em vários setores da cidade. Especialistas em administração pública ouvidos por veículos locais ponderam que a manutenção urbana é um dos principais serviços públicos que impactam diretamente a qualidade de vida do cidadão, e que atrasos ou falhas consistentes podem gerar forte desgaste político para qualquer gestão, especialmente em capitais como Cuiabá. (Análise contextual citações gerais de opinião em circulação na mídia local) A Prefeitura, por meio de sua assessoria, reforçou que reforços na equipe de limpeza urbana, capina e manutenção das vias estão sendo implementados, com a promessa de intensificar os serviços em um cronograma que contempla todos os setores afetados. Enquanto isso, a fala de Brunini deve impulsionar ainda mais o debate público sobre responsabilidade administrativa e prioridades de governo, em um ano decisivo para a política local.