Emenda de Max Russi leva atendimento oftalmológico e odontológico a Chapada dos Guimarães
O município de Chapada dos Guimarães lançou, nesta segunda-feira (23), o Projeto Integrado de Oftalmologia e Odontologia, na Unidade de Saúde da Família do Centro. A iniciativa foi viabilizada por emenda parlamentar do deputado estadual Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, com apoio da deputada federal Coronel Fernanda (PL). O programa contempla consultas especializadas, entrega de óculos, próteses, implantes e outros serviços essenciais, ampliando o acesso da população a atendimentos de qualidade nas áreas de visão e saúde bucal. A proposta busca reduzir filas de espera e evitar deslocamentos para outros municípios, o que representa economia de tempo e de recursos para os pacientes. O prefeito Osmar Froner afirmou que o projeto representa um avanço importante para o município e destacou a parceria institucional para viabilizar os recursos. “Esse grande avanço só está sendo possível graças ao apoio do deputado Max Russi e da deputada federal Coronel Fernanda, que destinaram recursos para a execução do projeto”, disse. Segundo a gestão municipal, a iniciativa fortalece os atendimentos especializados e deve impactar diretamente a qualidade de vida da população chapadense, especialmente de pacientes que aguardavam por procedimentos oftalmológicos e odontológicos. A expectativa é ampliar a cobertura dos serviços e garantir mais resolutividade na atenção básica. Max Russi ressaltou a importância do projeto para atender a população que mais precisa e destacou o papel dos vereadores na articulação da demanda. “É muito bom quando um prefeito olha para a população que mais precisa. Esse é um atendimento diferenciado, voltado às áreas oftalmológica e odontológica, que faz a diferença para as famílias de Chapada. Fico feliz em contribuir com um projeto que serve de exemplo para todo Mato Grosso”, afirmou o deputado, ao agradecer aos vereadores Kinho (UB) e Ângela (PL) por levarem a demanda ao Parlamento.
ALMT cobra Seduc e pressiona por contratação imediata de professores de apoio especializado na rede estadual
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou audiência pública na manhã desta segunda-feira (23) para retomar o debate iniciado em 2025 e buscar soluções para garantir que crianças e jovens com deficiência tenham acesso ao acompanhamento pedagógico especializado na rede estadual de ensino. A iniciativa partiu do deputado Lúdio Cabral (PT) e contou com a participação do secretário de Estado de Educação, Alan Porto, e equipe técnica da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso. Durante a audiência, Lúdio Cabral relembrou que, no fim do ano passado, a Assembleia já havia realizado debate semelhante diante da iminente demissão de mais de 1,3 mil Professores de Apoio Pedagógico Especializado (PAPEs), com a rescisão de contratos temporários. Segundo ele, à época, as recomendações feitas ao Executivo não foram atendidas. O parlamentar destacou que famílias de crianças com deficiência, incluindo pessoas com transtorno do espectro autista, seguem sem o suporte necessário nas escolas. Para o deputado, educação com qualidade só é possível com a presença do professor de apoio especializado acompanhando os estudantes que necessitam do serviço. O deputado afirmou ainda que havia sugerido à Seduc a manutenção dos contratos dos professores de apoio e a convocação de novos profissionais neste ano. No entanto, a Secretaria optou pela rescisão, com a promessa de retomar as convocações a partir de 5 de janeiro. Segundo Lúdio Cabral, isso não ocorreu de forma integral, o que mantém a maioria das famílias sem atendimento adequado. Diante do cenário, a Assembleia voltou a cobrar a contratação imediata de todos os aprovados no último processo seletivo. O secretário Alan Porto afirmou que a Seduc possui profissionais de apoio disponíveis e que o processo de contratação está em andamento. Segundo ele, há vagas abertas para atender estudantes com necessidade de acompanhamento pedagógico especializado em todo o Estado. De acordo com a Secretaria, cerca de 1,2 mil estudantes, de 141 municípios e 628 escolas da rede estadual, demandam esse tipo de atendimento. Porto explicou que a efetivação das contratações depende de trâmites administrativos que envolvem as Diretorias Regionais de Educação e as próprias unidades escolares, como a apresentação de documentação pelas famílias. “A vaga existe e o profissional está em fase de contratação. Não vamos deixar nenhum estudante para trás”, declarou. Durante a audiência, representantes da sociedade civil também apontaram o impacto da descontinuidade dos contratos. A idealizadora do projeto “Mães Atípicas. A Luz da Palavra”, Kelen Carvalho da Silva, afirmou que, até 2025, cerca de 2,9 mil crianças estavam matriculadas na rede estadual e aproximadamente 1,4 mil profissionais atuavam como professores de apoio, contratados temporariamente por meio de processo seletivo realizado no final de 2023. Segundo ela, a não renovação dos contratos dos PAPEs colocaria milhares de estudantes em risco de iniciar o ano letivo sem acompanhamento especializado. Lúdio Cabral reforçou que a falta de professores de apoio compromete diretamente a permanência dos alunos com deficiência na escola. Ele lembrou que novas matrículas ampliam ainda mais a demanda por atendimento especializado e que a ausência do profissional de apoio pode impedir a participação efetiva do estudante em sala de aula. Alan Porto afirmou ainda que a Seduc segue a regulamentação federal para o profissional de apoio especializado e que o Estado possui os cargos criados para atender essa política pública. Segundo o secretário, o nível de suporte oferecido a cada estudante é definido por avaliação técnica e pedagógica, com base em laudos médicos e no Programa Educacional Individualizado (PEI), o que pode resultar em atendimento individualizado ou compartilhado, conforme a necessidade de cada aluno. Ao final da audiência, o secretário garantiu que os contratos dos PAPEs aprovados no último processo seletivo que ainda não foram renovados serão regularizados até o fim desta semana, com o objetivo de restabelecer o atendimento às crianças que estão sem acompanhamento. Lúdio Cabral defendeu transparência no processo de convocação dos profissionais, seja por meio do painel das escolas ou pela classificação geral do processo seletivo, para evitar dúvidas e insegurança entre professores e famílias.
Dídimo Vovô e Max Russi articulam novo Ganha Tempo no Pedra 90 que pode beneficiar 100 mil moradores e impulsionar economia local
O vereador Dídimo Vovô e o deputado estadual Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, avançaram na articulação para a implantação de uma unidade do Ganha Tempo no bairro Pedra 90, em Cuiabá. A reunião com o vice-governador Otaviano Pivetta e o secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, discutiu os estudos técnicos e os potenciais efeitos para a população e a economia local. A proposta prevê que a nova unidade funcione como um ponto de atendimento integrado, reunindo em um só espaço dezenas de serviços públicos essenciais, como emissão de documentos, atendimentos do Detran, Sine (intermediação de vagas de emprego), Procon e serviços relacionados ao SUS, entre outros. Atualmente, o Ganha Tempo reúne mais de 240 serviços disponíveis ao cidadão, atendendo grande demanda com elevados índices de satisfação, mais de 99% dos usuários consideram o atendimento bom, ótimo ou excelente nas unidades existentes no Estado de Mato Grosso. Segundo Max Russi, a descentralização do atendimento vai facilitar a vida de milhares de pessoas que hoje precisam se deslocar até o Centro da capital para resolver demandas básicas, gerando economia de tempo e custo com transporte. “Estamos trabalhando para garantir esse importante serviço à população. Em breve, teremos boas notícias”, afirmou o deputado. O vereador Dídimo Vovô destacou que a medida atende a uma demanda reprimida da comunidade do Pedra 90, que concentra cerca de 100 mil moradores e tem apresentado crescimento populacional nos últimos anos. “Muitos moradores enfrentam longos deslocamentos e filas para acessar serviços básicos. Com o Ganha Tempo aqui, vamos facilitar o acesso, gerar mais eficiência no atendimento e reduzir custos para as famílias”, disse o parlamentar. Impactos econômicos e sociais esperados Especialistas em políticas públicas apontam que a implantação de unidades integradas como o Ganha Tempo tende a gerar impactos positivos tanto sociais quanto econômicos. Entre os benefícios esperados estão: Redução da burocracia e dos custos de deslocamento para os cidadãos, principalmente moradores de bairros mais distantes do Centro, que poderão resolver diversas demandas em um único local, reduzindo gastos com transporte e horas perdidas em filas. Aumento da produtividade local, já que serviços como vagas de emprego pelo Sine e orientação para empreendedores (como acontece em outras unidades com serviços de apoio ao crédito e fomento) podem estimular a geração de trabalho e renda. Melhoria no ambiente de negócios, com acesso facilitado a serviços essenciais para abertura, regularização ou manutenção de atividades empresariais, sobretudo micro e pequenas empresas que dependem de atendimentos públicos. Impacto positivo sobre o comércio e serviços da região, já que a presença de um polo de atendimento tende a aumentar o fluxo de pessoas no bairro, beneficiando comércios locais e fortalecendo a economia comunitária. Além disso, os dados disponíveis mostram que as atuais unidades do Ganha Tempo em Mato Grosso já ultrapassaram a marca de 1,3 milhão de atendimentos em 2025, reforçando a demanda por serviços públicos integrados e bem avaliados pela população. Com a expansão planejada para o Pedra 90, a expectativa é que moradores da região Sul da capital tenham mais acesso a serviços essenciais, com impacto direto na qualidade de vida e na redução de desigualdades no acesso à administração pública.
Botelho dispara contra direita radical e chama gestão de Cuiabá de pífia
O deputado estadual Eduardo Botelho (União) criticou o que classificou como “direita radical” em Mato Grosso e afirmou que esse perfil político “não está produzindo nada”. A declaração foi feita durante entrevista concedida na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na quinta-feira (19). O parlamentar citou o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), como exemplo. Segundo Botelho, a atuação da chamada direita radical tem resultado em baixa efetividade administrativa. “Esse perfil da direita radical que está aí não está produzindo nada. Pelo menos o maior espelho disso hoje é Cuiabá. […] Ele não está produzindo nada, está produzindo uma administração pífia, uma cidade parada”, afirmou o deputado ao se referir à condução da gestão municipal. O parlamentar também criticou o comportamento do prefeito nas redes sociais e disse que a população espera mais foco na gestão pública. Para Botelho, a cidade precisa de um prefeito atuante na administração e não de um “influencer de TikTok”. Botelho afirmou se considerar de centro-direita e defendeu a união do grupo político da base no Estado. Ele fez questão de diferenciar lideranças estaduais do que chamou de radicalismo e citou o senador Jayme Campos, o governador Mauro Mendes e o vice-governador Otaviano Pivetta como representantes desse campo político. Ao comentar possíveis articulações eleitorais, o deputado avaliou que uma aproximação entre Pivetta e Abílio pode ser prejudicial. “Eu acho que o Pivetta está cometendo um erro ao querer colar no Abílio. Se ele colar no Abílio, para mim, ele vai para baixo”, declarou. Por fim, Botelho reforçou a necessidade de manter a unidade do grupo de centro-direita em Mato Grosso, diante do cenário de polarização política no país.
Caminhoneiro fica ferido após carreta tombar na BR-163 em Lucas do Rio Verde
Um caminhoneiro de 39 anos ficou ferido após a carreta que conduzia tombar na tarde deste domingo (22), no km 656 da BR-163, nas proximidades da Comunidade São Cristóvão, em Lucas do Rio Verde, a 354 km ao Norte de Cuiabá. O veículo transportava grãos e o motorista recebeu atendimento no local por equipes da concessionária responsável pelo trecho. Carga de soja se espalha às margens da rodovia após o acidenteConforme informações preliminares repassadas pela equipe operacional, o condutor perdeu o controle da direção e saiu da pista pelo lado direito da rodovia. Na sequência, o vagão traseiro da carreta tombou, provocando o derramamento parcial da carga de soja às margens da estrada. Resgate é acionado por motoristas que passavam pelo localPessoas que transitavam pela rodovia acionaram os serviços de resgate logo após o acidente. Para a remoção do compartimento de carga e a liberação da via, foi necessário o envio de um caminhão guincho até o trecho. Circunstâncias do tombamento ainda serão investigadasAs causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.
DÍDIMO VOVÔ FAZ ALERTA: o problema nos ônibus escolares que preocupa pais na zona rural
A falta de monitores no transporte escolar da zona rural de Cuiabá tem gerado apreensão entre pais e responsáveis, após relatos de acidentes envolvendo crianças durante o trajeto até a escola. Mesmo com a Lei nº 7.230 em vigor há mais de um ano, a norma que obriga a presença de acompanhantes nos veículos ainda não estaria sendo cumprida em todas as rotas, segundo denúncia do vereador Dídimo Vovô, autor da proposta. De acordo com o parlamentar, a atuação dos monitores é fundamental para organizar o embarque e o desembarque dos alunos, auxiliar o motorista e garantir a segurança das crianças, especialmente em percursos longos e em estradas de difícil acesso. Há registros, segundo ele, de estudantes que teriam caído dentro dos ônibus e se ferido durante o transporte. “Não se trata de conforto, mas de segurança básica. A lei existe, foi sancionada, e precisa sair do papel”, afirmou o vereador. Segurança no transporte escolar A legislação determina que os veículos que atendem comunidades rurais contem com profissionais responsáveis por acompanhar os alunos durante todo o percurso, com o objetivo de reduzir riscos, prevenir acidentes e assegurar que as crianças cheguem com segurança às escolas e retornem para casa. Para Dídimo Vovô, o descumprimento da norma representa um desrespeito às famílias da zona rural, que dependem diariamente do transporte escolar. “O monitor traz mais tranquilidade para os pais e mais proteção para os estudantes”, reforçou. Cobrança por providências O vereador afirmou que seguirá cobrando da Prefeitura de Cuiabá a aplicação imediata da lei e a contratação dos monitores previstos na legislação. A reportagem procurou a administração municipal para comentar o andamento da implementação da norma e aguarda posicionamento.
De desfile a preços mais altos: O ALERTA DE CORONEL ASSIS que pouca gente percebeu
Coronel Assis alertou para possíveis impactos econômicos da proposta de redução da jornada de trabalho no modelo 6×1 e acusou a esquerda de usar pautas culturais como estratégia de mobilização política em ano eleitoral. Em entrevista à Jovem Pan News, nesta terça-feira (18), o parlamentar criticou a homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva feita pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, durante o desfile do último domingo (15). Para ele, a ação configura autopromoção com uso de recursos públicos em período eleitoral. Segundo Assis, a oposição articula um manifesto contra o que classifica como desvio de finalidade. O deputado também relacionou o episódio a declarações do líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, que teria apontado o Carnaval como instrumento de reação política às mobilizações da direita ocorridas em janeiro. No campo econômico, Assis demonstrou preocupação com a proposta de redução da escala 6×1. Com base em estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ele afirmou que a migração para uma jornada semanal de 40 horas pode elevar em 7,84% o custo médio do trabalho formal. De acordo com o vice-líder da oposição, esse aumento tende a ser repassado ao consumidor, pressionando os preços de produtos e serviços.
Sem asfalto, sem IPTU? Câmara aprova isenção e muda regra do imposto em Cuiabá
A Câmara de Cuiabá aprovou, por unanimidade, em sessão extraordinária realizada nesta quinta-feira (19), o projeto que concede isenção de IPTU a moradores de ruas sem pavimentação na capital. A medida deve beneficiar mais de 19 mil imóveis e começa a valer ainda neste ano. A proposta altera a legislação municipal do Imposto Predial e Territorial Urbano e prevê o benefício apenas para imóveis residenciais com área total e construída de até 600 metros quadrados, localizados em vias que não possuam qualquer tipo de pavimentação, como asfalto, paralelepípedo ou bloquete. Segundo a prefeitura, os contribuintes que se enquadrarem nos critérios não precisarão fazer solicitação, já que a isenção será concedida de forma automática. A exceção ocorre apenas em casos de inconsistência no cadastro do imóvel. Durante a votação, parlamentares da base e da oposição defenderam a iniciativa, argumentando que moradores de regiões sem infraestrutura urbana não devem arcar com o mesmo valor de imposto cobrado de quem vive em ruas pavimentadas. Com a aprovação em plenário, o texto segue agora para sanção do prefeito Abílio Brunini.
A proposta de Ranalli que pode mexer no seu IPTU e quase ninguém percebeu
O vereador Rafael Ranalli (PL) apresentou um projeto de lei que propõe conceder 20% de desconto no IPTU a proprietários de imóveis localizados em ruas com buracos ou sem iluminação pública. A medida, segundo ele, busca manter coerência com a iniciativa do prefeito Abílio Brunini (PL), que defende a isenção do imposto para moradores de vias sem pavimentação. De acordo com o parlamentar, se a ausência de asfalto pode justificar a isenção do tributo, a precariedade da pavimentação também deve ser levada em conta na cobrança do imposto. “Se a rua asfaltada está em condições ruins, o contribuinte também merece algum tipo de compensação”, argumenta. A proposta prevê que o morador comprove a situação por meio de fotos ou vídeos e formalize o pedido junto à prefeitura, limitado à frente do próprio imóvel. Ranalli afirma ainda que o impacto financeiro para os cofres públicos tende a ser mínimo, já que o Executivo terá até 45 dias para sanar o problema e, assim, evitar a aplicação do desconto. O projeto segue em tramitação e ainda não foi votado.