Corpo de Bombeiros resgata duas vítimas presas às ferragens após acidente entre carretas

Os dois veículos saíram da pista e tombaram em um barranco às margens da rodovia; Acidente deixou três vítimas O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na tarde de segunda-feira (18.5), o desencarceramento de duas vítimas que ficaram presas às ferragens após um acidente envolvendo duas carretas na MT-358, em Tangará da Serra (a 253 km de Cuiabá). A equipe da 3ª Companhia Independente Bombeiro Militar (3ª CIBM) foi acionada por volta das 14h40, via 193, para atender a um acidente de trânsito envolvendo uma carreta tipo cegonha e uma carreta bitrem carregada com pó de brita. Após a colisão lateral, os dois veículos saíram da pista e tombaram em um barranco às margens da rodovia. Segundo informações apuradas no local, o acidente ocorreu quando o motorista da carreta cegonha tentava realizar uma ultrapassagem e perdeu o controle da direção, colidindo lateralmente com a outra carreta. Com o impacto, ambos os veículos tombaram fora da pista, resultando em três vítimas. Duas vítimas ficaram presas na cabine da carreta cegonha. O motorista apresentava escoriações e estava com as pernas presas à estrutura do veículo, mas permanecia consciente e orientado. Já o passageiro sofreu ferimentos e traumatismo craniano com afundamento de crânio, estando consciente, porém desorientado. Para realizar o resgate, os bombeiros precisaram estabilizar os veículos antes de iniciar a retirada das vítimas com o uso de ferramentas de salvamento veicular. O procedimento de desencarceramento durou cerca de 60 minutos. Após serem retiradas das ferragens, as vítimas foram avaliadas, imobilizadas e encaminhadas por equipes de suporte médico para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tangará da Serra. Uma terceira vítima, motorista da carreta bitrem, não ficou presa às ferragens. Ele estava fora do veículo, consciente, orientado e sem ferimentos aparentes. Além dos bombeiros, a ocorrência contou ainda com o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da equipe de atendimento pré-hospitalar da concessionária responsável pela rodovia.

UFMT ORGANIZA VISITA AS OBRAS DA FERROVIA SENADOR VUOLO

A Comissão UFMT Pró Ferrovia Senador Vuolo esteve reunida hoje para deliberar sobre a visita dos membros da Comissão ao canteiro de obras da Ferrovia em Juscimeira, local onde será o entroncamento dos trilhos para Cuiabá.Participaram da reunião, o Vice Reitor da UFMT, Silvano Macedo Galvão, o Secretário-Geral Luis Cesar Simões Arruda e o economista Vicente Vuolo.A expectativa é grande no meio acadêmico, diante do entendimento que aconteceu entre a SEMA, RUMO e UFMT para autorização da Licença de Instalação (LI) até o dia 3 de março de 2026, para o trecho de 45 km entre Juscimeira e a Serra de São Vicente.Este ano, completará 50 anos desde que o ex – Senador Vicente Emílio Vuolo apresentou no Congresso Nacional o projeto de Lei que incluiu no Plano Nacional de Viação e Obras, a ligação ferroviária São Paulo – Rubineia – Aparecida do Taboado – Rondonópolis – Cuiabá. Vicente Vuolo é economista e membro da Comissão UFMT

Galvan critica valores de pedágio na BR-364 e diz que cobrança é “castigo”

O pré-candidato ao Senado e ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan (Democracia Cristã), criticou os valores cobrados nos pedágios da BR-364, em Mato Grosso e Rondônia. Em vídeo publicado nas redes sociais, Galvan classificou a tarifa como abusiva e afirmou que a cobrança penaliza especialmente os produtores rurais. Segundo ele, já há manifestações em andamento no estado de Rondônia contra os valores praticados. “Hoje eu sei que já começou o manifesto lá no estado de Rondônia, se não me engano na cidade de Cajubim, e é importante que todo produtor se una em favor disso”, afirmou. Galvan destacou que o custo ultrapassa R$ 20 por eixo ou por veículo, o que considera inviável. “Estão falando em mais de R$ 20, R$ 21. É impossível pagar um pedágio desse. Isso não é pedágio, é castigo”, criticou. O ex-presidente da Aprosoja também defendeu mobilização do setor produtivo para pressionar por revisão dos valores cobrados na rodovia.